segunda-feira, outubro 20, 2014

17 anos depois

Todas as vezes quando você vai embora depois de horas e horas conversando comigo, eu deito na minha cama e dou risada sozinho. De mim, de você. Da gente. Olho pro teto à procura de alguém para agradecer você na minha vida. Não acredito em coincidências. Acredito sim em sintonia. E a nossa atingiu um nível em que palavras são desnecessárias para expressar o meu amor por você. Porque o que eu sinto por ti ainda não tem nome, não tem verbo, não tem por quê. Sou assim, gosto porque sim. E vou contra essa mania que as pessoas têm de rotular embalagens para explicar o que não precisa. Sou um cara de sorte, eu sei. E que sorte a minha ter você na minha história. Espero que ela não acabe nunca.

Feliz aniversário, Vi. 

beijos,

Bru.