domingo, janeiro 26, 2014

Talvez, quem sabe.

O sim é não. O não é talvez. O talvez, quem sabe. Descobri que o não sei, assim como o sim, é não.
Mas de todas as afirmativas, de todas as negativas e de todas as possibilidades, o que me corrói não é a incerteza do talvez.
O que acaba comigo é a espera de uma resposta que nunca vai chegar.
Será que pergunto de novo?
Acho que não.
Então, talvez, quem sabe.