segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Segunda de sol

Não quero ninguém pra sempre vivo em meu coração. Quero as pessoas, carne e osso, olho no olho. Quero suas histórias, seus conselhos, seus abraços. Quero o sorriso largo e esses olhos puxados azuis. Quero isso pra sempre. Difícil ver você partindo na minha frente e não saber como me despedir e agradecer. Que egoísmo meu querer tudo isso, assim, agora, numa segunda-feira ensolarada como eu tanto pedi.

Segunda de cinzas

É fevereiro. E, enquanto o resto dos brasileiros pulam o Carnaval bebendo a felicidade que não extiste, eu jogo meus confetes de verdades na minha cara. A bebida, o dinheiro e a ressaca um dia acabam - experiência própria. É Carnaval. E, enquanto o resto dos brasileiros usa máscaras para esconder quem realmente é, eu jogo serpentinas de tristeza pela minha janela fechada. Alalaô!