segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Segunda de cinzas

É fevereiro. E, enquanto o resto dos brasileiros pulam o Carnaval bebendo a felicidade que não extiste, eu jogo meus confetes de verdades na minha cara. A bebida, o dinheiro e a ressaca um dia acabam - experiência própria. É Carnaval. E, enquanto o resto dos brasileiros usa máscaras para esconder quem realmente é, eu jogo serpentinas de tristeza pela minha janela fechada. Alalaô!

Um comentário:

Chris Macêdo disse...

Eita que você tem que parar de contar os segredos do meu coração. Coisas que você escreve e parece que é pra mim. Sobre mim. Xeiro grande.