segunda-feira, agosto 02, 2010

Justificar os meus erros não é o primeiro passo para resolvê-los.

Saber me perdoar e prometer para mim mesmo que nesse erro não caio mais, sim.

Agora já posso dar o próximo passo.

Alguém me acompanha?

domingo, agosto 01, 2010

Na possibilidade única de tirar um pouco do bronzeado paulistano que só os aparelhos de ar condicionado conseguem me dar, decidi aceitar o convite das irmãs Carvalho Leite para descer pro Guarujá na casa do Dani, namorado da Roberta.

Com a desculpa de irmos ao supermercado para comer e "aproveitar para comprar alguma coisinha pra beber", fomos até o Carrefour da praia da Enseada (se não me engano). Depois de escolhermos tudo o que íamos beber, decidimos, Elisa e eu, ficarmos na fila dos frios pra pedir um pouco de salame para comer no café da manhã.

Até aí, tudo bem.

Estava entretendo a Elisa com uma das minhas histórias repetidas, quando a mulher dos frios perguntou quanto de salame íamos querer.

- 300g! - respondi.

Meia hora depois, a Roberta volta e pergunta pra mulher:
- Quanto que vc já cortou de salame?

E a mulher respondeu:
- 600g, mas já tô acabando.

- Bom, então tira um pouco pq a gente não vai querer tudo isso, pode ser?

Não sei quanto que a mulher entendeu que a gente queria. Mas o fato é que não tínhamos percebido que ela tinha um aparelho no ouvido e, por conta disso, começou a cortar salame como se não houvesse amanhã.

Ela já estava com HIPERTROFIA no bíceps de tanto salame que ela estava cortando e a fila já tinha metade da população da China. Pegamos nosso castelo de salame e fomos embora.

Durante todo o caminho pensamos numa possibilidade para todo aquele salame. Acho que eu nunca vi tanto salame na minha vida! Com a doutrina de vida de que Deus sempre sabe o que faz, fomos embora pagando quase 20 reais de salame pra 5 pessoas que iriam passar apenas 1 dia no Guarujá.

Na hora de jantar, decidimos pedir pizza: muzzarella para os indecisos e meia frango, meia bahiana.

Adivinhem do que era a minha pizza?

PEPPERONI!

E comi como se não houvesse amanhã.


E o sol? E o bronze?

O sol decidiu que não tinha que aparecer para podermos ficar em casa comendo todo o salame da América Latina, porque, afinal, Deus sempre sabe o que faz.