quarta-feira, junho 23, 2010

A droga está sempre ali na nossa frente. Cabe a nós mesmos escolhermos se vamos tomá-la ou não. Ela nos proporciona felicidade temporária, mas também depressão pós uso.

Apesar dos contras, a droga me viciou. Me viciou de tal forma que já achava normal essa roda gigante de sentimentos dentro de mim.

Coube a mim dizer não a algo que me fazia bem e me matava aos poucos. Estava quase tendo uma overdose.

Por outro lado, descobri que, assim como as drogas, existem pessoas que são só um santo remédio. E outras que, apesar de tudo, viraram pra mim uma droga.

Estou há semanas limpo. E nunca me senti tão bem!

Essa droga de amor ainda me mata.

3 comentários:

graziela disse...

é verdade isso?

me parece que sou a única que vai ao médico pegar a receita. E ainda assim preferiria estar limpa. O que uso é aceito como remédio, mas bem poderia ser chamado de cocaína.

Bruno Höera disse...

Oi Graziela,

Não uso drogas. =)

Beijos!

graziela disse...

ah, agora li melhor, claro.

bem, err, o que vou dizer...:)
ainda assim, sai dessa!